Tiago Pestana, Karateca navalista nos pódios do 4º e 5º OPEN DE INFANTIS

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O pavilhão do Caniço recebeu no passado sábado, dia 11, o 4º e 5º Open de Infantis, onde Tiago Pestana, André Aguiar e Giani Figueira competiram em kata infantil, nível C.

A competição teve início logo pela manhã, sendo que logo na primeira eliminatória perderam André Aguiar e Giani Figueira, mas no entanto efetuaram uma boa prestação. A competição teve um melhor desfecho para Tiago Pestana que alcançou o pódio, conquistando o segundo e terceiro lugar respetivamente.

Segundo Bruno Menezes, treinador dos jovens karatecas “esta foi uma participação num torneio regular que permite a aquisição de experiência competitiva e melhoramento gradual das competências técnicas e táticas dos atletas. Estou muito satisfeito pelo Tiago Pestana ter alcançado o pódio por duas vezes e quanto aos restantes atletas, apesar de o resultado não ter sido o melhor, tiveram uma boa prestação e esforçaram-me muito”.

Esta foi uma prova da organização da Associação de Karaté da Região Autónoma da Madeira.

Nilton Freitas na 3ª etapa do Circuito Regional de Surf da Grande Lisboa

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A 3ª etapa do Circuito Regional de Surf da Grande Lisboa, decorreu este fim de semana na Caparica, nas categorias de Sub 14, Sub 16 e Sub 18.

Nilton Freitas, surfista do Clube Naval do Funchal, participou na categoria de Sub 14. Realizou uma boa prestação, onde esteve sempre em segundo lugar, mas apenas conseguiu chegar aos quartos-de-final. Segundo André Rodrigues, treinador e coordenador da modalidade de surf do CNF “ o objetivo da participação do Nilton foi de preparação, visto que ele terá futuramente provas na Caparica e nunca lá tinha surfado. Deste modo ele ficou a conhecer o tipo de mar que existe lá o que será benéfico em termos de competição futura”. Esta terceira etapa foi da organização da Federação Portuguesa de Surf e da Associação de Surf da Costa da Caparica.

Tomás Lacerda do CNF volta a conquistar um novo título nacional no segundo dia de competição do Madeira SUP Challenge

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Neste Domingo, dia 12 de Março continuaram as provas do Madeira SUP Challenge, onde as condições apresentadas não foram as melhores, sendo que o vento de sul e nordeste e as grandes vagas de mar não deram tréguas aos atletas, forçando-os a efetuarem um esforço mais elevado.

O dia foi dedicado às provas de Race Técnico, provas feitas em circuito balizado por bóias, onde os competidores além de remarem tiveram de efetuar várias mudança de direção e sentido, tendo a obrigação de rondar um conjunto de bóias.

A primeira prova do dia foi dedicada às Esperanças sub 12 onde efetuaram um percurso de cerca de 250 metros. Em primeiro lugar ficou João Guilherme Olim do Ludens Clube de Machico. Carlota Rodrigues e Mateus Freitas do Clube Naval do Funchal, apesar de não terem conquistado os primeiros lugares foram os que tiveram mais destaque, visto terem sido os mais pequenos em competição, recebendo vários elogios do público.

Findada a prova de Esperanças seguiram-se as competições de SUP Race Técnico de Sub 15 e Sub 18, que definiram 3 títulos nacionais.

Deste modo, no Race Técnico Sub 15 de 2,5km, Tomás Lacerda do Clube Naval do Funchal foi consagrado o Campeão Nacional nos masculinos, realizando a prova em 23 minutos. Segundo o atleta “esta prova foi muito complicada, o vento e as grandes vagas do mar dificultaram muito, fazendo com que caísse algumas vezes perdendo algum tempo, mas no entanto estou muito feliz pois todo o esforço realizado valeu a pena e fico mesmo muito orgulhoso por ter voltado a conquistar mais um título nacional”. Nos femininos a Campeã foi Sara Berenguer da Associação Desportiva e Recreativa de Água de Pena, que efetuou a prova em 30 minutos e 21 segundos.

O Race Técnico Sub 18 foi uma competição apenas no masculino, com um percurso de 3,5km, onde sagrou-se Campeão Nacional Nuno Alves da ADRAP, ficando em segundo lugar Pedro Calaça e Vitor Sousa em 3º lugar, atletas do mesmo clube.

A última prova do dia foi o Race Técnico Open. No masculino de pranchas 12´6 o primeiro lugar foi de Rúben Afonso do Clube Naval de São Vicente em que realizou a prova em 35 minutos e 1 segundo. O segundo lugar foi do navalista Ricardo Rodrigues que ficou a penas 1minuto e 19 segundos do primeiro classificado e que segundo o atleta “ sabia que iria ser uma prova bem disputada, visto conhecer o nível técnico dos outros participantes e fico muito feliz por ter conseguido acompanha-los e conquistar este ótimo segundo lugar”. Em terceiro lugar Filipe Meira do Surf Clube de Sesimbra.

Nos femininos de 12´6 a vencedora foi Ângela Fernandes do Península de Peniche Surf Clube, que concluiu a prova em 41 minutos e 22 segundos. Logo atrás, no segundo lugar ficou Anabela Prioste do Coimbra Stand Up Paddle e em terceiro lugar Marta Salaberri (atleta do mesmo clube da vencedora).

 Em pranchas de 14´ a disputa foi apenas masculina tendo ficado em primeiro lugar Diogo Neves, do Clube Naval de São Vicente, com o tempo de 40 minutos e 4 segundos. O segundo classificado foi Rui Ramos do Clube Fluvial Vilacondense e em terceiro lugar ficou Carlos Oliveira.

Esta competição foi a primeira etapa do Circuito Nacional de Race Técnico Open.

O grande destaque destes dias de competição foram para Tomás Lacerda que é um atleta da modalidade de Surf, mas que no entanto conquistou dois títulos nacionais em Stand Up Paddle, modalidade esta que não é a sua prioridade, mas que veio a demonstrar que quando há esforço há recompensa, e acima de tudo veio a confirmar o grande atleta que é.

Foram dois dias de competição e de um grande espetáculo de Stand Up Paddle na Cidade do Funchal, que contou com 45 participantes, sendo, entre eles, sete atletas de Clubes de Portugal Continental.

Nuno Alves Campeão Nacional de SUP Race Maratona de sub 18 e Rúben Afonso Vencedor da primeira etapa do Circuito Nacional de SUP Race Maratona Open

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Pelas 11h30 tiveram início duas provas que decorreram ao mesmo tempo, sendo a SUP Race Maratona do escalão de sub 18 (masculinos) e o SUP Race Maratona Open masculinos e femininos, sendo esta a primeira etapa de cinco etapas do circuito nacional.

Quanto ao Sup Race Maratona de sub 18, participaram cinco atletas: Nuno Alves, Pedro Calaça, Vitor Sousa, Jorge Miguel Andrade e João Pedro Silva. Os mesmos efetuaram um percurso de 7,833km. Os três primeiros lugares foram dominados pela ADRAP, onde Nuno Alves foi consagrado o Campeão Nacional SUP Race Maratona do escalão de sub18. Logo atrás de Nuno Alves veio Vítor Sousa que conquistou o título de Vice-campeão e Pedro Calaça ficou em terceiro lugar. Para Nuno Alves ganhar esta competição “é uma grande felicidade ver o meu esforço recompensado, visto que houve um pouco de vento que dificultou um pouco”. Nos femininos ainda de Sub18 a grande vitória foi para Ângela Fernandes da Península de Peniche Surf Clube. A Vice-Campeã foi Anabela Prioste do Coimbra Stand Up Paddle e em terceiro ficou classificada Marta Salaberri da Península de Peniche Surf Clube. Para Ângela Fernandes, obter o título de Campeã Nacional “Não foi fácil, mas acabei por obter o resultado prestado. Trabalho todos os dias para competições destas por isso tento vir sempre com a mentalidade de conseguir alcançar o primeiro lugar. Apesar de ainda não estar habituada ao treino de mar, devido ao facto de onde vivo, as condições ainda serem as melhores para poder treinar todos os dias no mar, como os atletas de cá conseguem, mas foi uma prova normal onde apanhei um pouco de vento e vagas do mar”.

Já no SUP Race Maratona Open o percurso percorrido foi de 12,371km no qual Rúben Afonso do Clube Naval de São Vicente foi o vencedor sendo que, para o mesmo ganhar esta primeira etapa “Significa muito porque recentemente tive uma grande mudança na minha vida pessoal e tem sido desafiante conciliar os treinos com outras situações tal como o nascimento do meu filho. No entanto encontrei algumas dificuldades como o cansaço acumulado e noites mal dormidas, mas foquei-me na prova e apostei em atacar nas alturas certas, visto que havia um atleta do continente, que no ano passado tivemos algumas disputas a nível de provas, mas o resultado não podia ter sido melhor”. O segundo classificado foi Filipe Meira do Surf Clube de Sesimbra e em terceiro lugar ficou o navalista Ricardo Rodrigues.

Relembramos que Rúben Afonso, Ricardo Rodrigues, Ângela Fernandes e Filipe Meira são atletas que pertencem à equipa nacional de Stand Up Paddle Board e todos eles contam já no seu percurso competitivo com internacionalizações.

 

Tomás Lacerda atleta do Clube Naval do Funchal sagrou-se Campeão Nacional de SUP Race Maratona do escalão de sub 15

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O primeiro dia de competição do Madeira Sup Challenge arrancou pelas 10h30 com a primeira prova do Campeonato Nacional de SUP Race Maratona do escalão sub15 feminino e masculino, em pranchas de 12.6. Em competição estiveram cinco atletas: Luna Freitas do Clube Naval do Funchal, Sara Berenguer da Associação Desportiva e Recreativa de Água de Pena, Verónica Silva do Clube Desportivo Nacional, Tomás Lacerda do Clube naval do Funchal e Joaquim Brasão do Centro Treino Mar.

Logo à partida, destacou-se Tomás Lacerda que saiu logo em vantagem em relação aos restantes participantes. Segundo o atleta do CNF “o meu maior rival era o Joaquim Brasão do CTM que tem treinado muito, e eu estava um pouco reticente, mas quando estava na linha de partida à espera do início da prova foquei-me e mentalizei-me que queria ganhar este título, e pensei em pôr em prática tudo o que Ricardo Rodrigues me indicou e todas as dicas que o Magnus Lindstedt referenciou ontem no Workshop. Apliquei tudo o que me aconselharam, conseguindo controlar bem a prova, tendo estado sempre em vantagem, apesar de uma queda na primeira boia devido a uma vaga, mas que não me fez ficar para trás.

Tomás Lacerda traçou a linha da meta passados 32 minutos e 39 segundos da partida, que segundo o atleta “Esta vitória é inesquecível pois eu nunca acreditei muito ganhar, visto esta não ser a minha modalidade, sendo que a minha prioridade é o Surf e supostamente, hoje estaria presente na terceira etapa do Circuito de Lisboa, mas como havia este campeonato cá na região, e sendo o meu clube a organizar é mesmo uma honra representar o Clube Naval do Funchal levando ainda a vitória. Quanto à competição, sendo a primeira vez que sou campeão nacional em algum desporto, é algo inesquecível e que vou recordar. Apesar de o Surf ser a minha modalidade e eu dar prioridade, espero puder treinar mais vezes Stand Up Paddle e sendo que agora tenho este titulo, vou levar a sério esta modalidade, o que também só me trás benefícios para o Surf a nível físico, que é como o Magnus indicou, que o surf é ótimo para o SUP como o SUP é ótimo para o surf. O Workshop de ontem acabou por inspirar-me sem dúvida, visto que, houve uma parte teórica e depois, tivemos oportunidade de colocar em prática, o que foi excelente para aplicar tudo aqui hoje.

Nos femininos sagrou-se Campeã Verónica Silva do Clube Desportivo Nacional, que efetuou a prova em 38 minutos e 15 segundos.

Ainda nos femininos, em segundo lugar nesta prova, ficou Sara Berenguer e em terceiro Luna Freitas. Nos masculinos o segundo lugar pertenceu a Joaquim Abreu.

Esta foi a primeira vez que foi atribuído a nível nacional estes títulos tanto em feminino e masculino de sub 15 e efetuaram um percurso de 4,944km.

Entrevista com Magnus que orientou hoje o Workshop sobre o tema “O desenvolvimento da técnica Stand Up Paddle – como remar de uma forma mais económica e eficaz”

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Foi junto às instalações do CNF em São Lázaro, com um autêntico dia primaveril, que entrevistamos o conceituado professor, treinador e selecionador sueco Magnus Lindstedt.

CNF: Bem-vindo à Ilha da Madeira. É a primeira vez que tem a oportunidade de visitar a Região?

Magnus: Sim, infelizmente é a primeira vez.

CNF: Como proporcionou-se o contacto entre si e o Clube Naval do Funchal?

Magnus: Foi mais ou um primeiro contacto. Já tinha falado anteriormente com o Ricardo Rodrigues (coordenador da modalidade de Stand Up Paddle Board do CNF), que contou-me um pouco acerca da ilha, e do evento que estavam a organizar e foi assim que surgiu esta oportunidade de vir cá.

CNF: Realizou o Workshop cá sob a temática de “O desenvolvimento da técnica Stand Up Paddle – como remar de uma forma mais económica e eficaz”. Costuma realizar vários workshops, ou esta foi a primeira vez?

Magnus: Não. Eu faço muitos workshops para diferentes organizações, para desportos e atletas de elite. Quanto às temáticas, variam sempre conforme o grupo ou então do nível dos atletas que costumam estar presentes. Costumo fazer uma abordagem acerca da performance da modalidade e uma parte mais analítica. Neste workshop foram abordados alguns tópicos como o conforto, a postura, o equilíbrio, o movimento e a respiração.

CNF: Apesar do pouco tempo que está aqui na Madeira que opinião tem acerca das condições para a prática de SUP?

Magnus: Eu acho que as condições são perfeitas! Porque, por exemplo, aqui no porto do Funchal, têm a água lisa o que é ótimo para a aperfeiçoar técnicas e depois têm um grande oceano, que através da Levitação do mar, o balanço das ondas e algum vento, trazem mesmo as perfeitas condições para a prática desta modalidade.

CNF: A Madeira tem tudo para receber grandes competições internacionais, como um Mundial ou Europeu?

Magnus: Definitivamente!

CNF: Como vê esta modalidade na Madeira? Está a crescer? É necessário, neste momento, apostar mais na formação de técnicos para podermos ter não só mais atletas como também um nível qualitativo superior?

Magnus: Eu considero que é uma modalidade que está a ter um grande crescimento, o que é muito bom para o desenvolvimento da prática do desporto aqui na ilha, sendo que está a atrair desde crianças a adultos que mostram-se interessados em aprender e a praticar Stand Up Paddle. Quanto à aposta na formação de técnicos, acho que sim, que deve ser definitivamente feita e vale mesmo muito a pena. Eu tenho vindo a estudar esse caso, e na Suécia, praticamos esta modalidade desde 2010 e temos visto que a formação de técnicos têm trazido efeitos únicos do treino para todos os que praticam este desporto.

CNF: – Podemos afirmar que o SUP é sem dúvida um veículo na promoção de um destino turístico de uma Região?

Magnus: Sim claro! A Ilha da Madeira é perfeita, tanto pela temperatura climatérica e do mar, pelos diferentes tipos de águas (encontramos água calma como também muito agitada). Neste sentido, todos estes fatores atraem vários praticantes da modalidade, no sentido de terem a experiência de praticarem Stand Up Paddle com estas condições fantásticas, o que os leva a querer, também, explorar o destino Madeira não só pela prática desportiva como também pelo que a Ilha oferece, como a natureza e a gastronomia.

CNF: Para além da competição, esta modalidade pode ser vista como uma importante forma de ajudar a manter uma atividade física saudável?

Magnus: Sim. A prática de Stand Up Paddle tem muitos benefícios. Há estudos que afirmam que se treinarmos o nosso equilíbrio podemos ter a possibilidade de sermos muitos saudáveis mesmo aos 80 anos de idade. Por outro lado, a prática desta modalidade é realizada na água, o que não é muito agressivo a nível físico para o nosso corpo, sendo que todos conseguem praticar desde crianças a idosos. É óbvio que depois depende um pouco da prancha usada, mas mesmo assim até movê-la fora de água é muito fácil, visto ser muito leve.

CNF: É dispendioso a prática do SUP?

Magnus: É necessário haver mais clubes com equipamentos disponíveis para as pessoas experimentarem esta modalidade, ou então é necessário que cada pessoa tenha a sua própria prancha. Neste momento é um pouco dispendioso, tendo em conta que os materiais usados nas pranchas (como a fibra de carbono) são caros, mas por outro lado, não é necessária uma prancha com essa qualidade para os que praticam por lazer, sendo apenas necessária para quando se entra em competição.

CNF: De que maneira se forma um campeão do Mundo?

Magnus: É necessário ter em conta e avaliar o percurso desportivo ao longo da vida do atleta, e tentar através dos treinos e competições realmente ver o que o atleta precisa para ele ser o mais eficaz possível. Ou seja, é necessário entender de onde vem a sua energia, e não excluir esse pormenor nos treinos. Resumidamente, é essencial conhecermos e entendermos a vida competitiva passada do atleta, como também entrar na sua mente para podermos retirarmos e exigirmos dele o melhor que ele consegue dar nas competições. Já treino o Casper Steinfath (atual campeão Mundial da modalidade) desde 2012, e temos um plano para dez anos, em que o objetivo é ser o melhor em dez anos, apesar de ser difícil de ainda prever se vamos conseguir alcança-lo. Isto porque muito pode acontecer, mas esperamos que não ocorra nenhuma lesão e que o progresso dos treinos venha a ter a continuidade que está a ter e estamos ansiosos por competições olímpicas.

CNF: Então considera que esta modalidade tem tudo para um dia ser modalidade olímpica?

Magnus: Sim claramente, porque o Stand Up Paddle tem o que designamos por “Atividade Funcional” o que é muito benéfico para o corpo e para a mente, o que permite adquirir muitas habilidades e skils motores, sendo então uma boa modalidade para sermos saudáveis e essa é a principal razão de eu considerar que esta é uma modalidade que tem tudo para ser olímpica.

CNF: Algumas palavras para o Clube Naval do Funchal?

Magnus: Estou muito grato por este convite, por poder conhecer pessoalmente membros do Clube Naval do Funchal e estreitar a nossa relação, como também por proporcionarem a oportunidade de eu conhecer esta magnifica ilha. Aproveito também para dizer, que com certeza esta não será a última vez que nos juntamos!

Rodolfo e Gonçalo Neves apurados para o Campeonato Nacional de Fundo de Canoagem

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No passado domingo dia 5 de março, realizou-se o primeiro Controlo Nacional, em Montemor-o-Velho.

A prova baseou-se num sistema de contra relógio de 2000 metros, sem volta, onde os atletas iniciaram a sua prova numa extremidade da pista, e terminaram junto à torre de chegada, onde tentaram realizar o menor tempo possível.

Em Representação do CNF, marcaram presença nos K1 seniores masculinos, os canoístas Rodolfo Neves, que alcançou o 8º lugar da prova e Gonçalo Neves, que teve a infelicidade de adoecer um dia antes da competição, o que refletiu-se no resultado obtido, ficando um pouco mais atrás no 27º lugar. Em primeiro lugar, ficou Fernando Pimenta do Clube Naval de Ponte de Lima. Apesar dos resultados menos bons dos nossos atletas, foram o suficiente para serem apurados para o Campeonato Nacional de Fundo, a decorrer a 1 de Abril em Melres- Gondomar.

Segundo os dois canoístas, o objetivo principal para o Campeonato Nacional de Fundo, é tentarem ficar melhor posicionados em relação ao ano passado, mas no entanto, segundo Rodolfo Neves “ Não será um campeonato muito fácil, porque vamos encontrar atletas muito experientes, mas temos uma expectativa positiva e vamos treinar para estar à altura”. Este controlo nacional foi promovido pela Federação Portuguesa de canoagem com o apoio do município de Montemor-o-Velho.

Velejadores do naval formam equipa para o primeiro Campeonato da Madeira de J22

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O Clube Naval do Funchal vai integrar a primeira prova do Campeonato da Madeira de J22, que realizar-se-á no próximo sábado e domingo, dias 11 e 12 na baía da cidade do Funchal.

A equipa navalista será composta pelos velejadores Marco Gamelas, Pedro Silva e Jõao Ferreira. Os J22, pertence a uma classe de barcos que são habitualmente usados para o Match Racing (uma especialidade da Vela de competição que significa essencialmente “regata a dois” ou seja que a regata é efetuada como um duelo entre dois barcos iguais). No entanto, este ano, a Associação Regional de Vela da Madeira resolveu proporcionar um campeonato livre. Neste sentido, está prevista a realização de regatas em frotas, sendo que, nesta primeira prova haverá seis regatas em cada dia. Segundo Marco Gamelas, “Tendo em conta que esta é a primeira vez que existe um campeonato destes e que temos a oportunidade de participar, pretendemos alcançar bons resultados no sentido de darmos visibilidade ao nosso clube, conseguindo um bom arranque e acima de tudo, esperamos que sejam dois dias de competição, mas também de diversão”.

A presença simultânea de J22, no mesmo espaço de regatas, será sem dúvida um espetáculo na Baia da cidade do Funchal. A todos os interessados em assistir à primeira prova deste campeonato, as regatas tanto no dia 11 e 12 têm início previsto para as 14h00.

Karatecas navalistas com boas probabilidades de alcançar um lugar no pódio do Campeonato Nacional de individuais APKS

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A competição principal da Associação Portuguesa de Karaté decorre este fim de semana em Penacova, nos arredores de Coimbra, dias 11 e 12 de Março. O Clube Naval do Funchal irá competir com 7 karatecas nos mais diversos escalões e categorias: Teodoro Henriques (Kumite Júnior 16/17 anos +65kg), Francisco Barros  (Kumite Júnior 16/17 anos -65kg), Lucas Oliveira (kumité juvenil 12/13 anos), Gonçalo Silva (kata juvenil 12/13 anos), João Castro (kumité iniciado 10/11 anos), Vera Fernandes (kata iniciado 10/11 anos) e Rodrigo Vasconcelos (kata e Kumité infantil até 9 anos).

A acompanhar os karatecas navalistas estarão presentes os treinadores Ricardo Gomes e Bruno Menezes, que acreditam que “todos os atletas têm possibilidades de alcançar um lugar no pódio, tendo em conta o desempenho e resultados registados nos torneios regionais e competições internacionais, em que participaram durante a presente época”.

O Campeonato Nacional de individuais APKS, é realizado uma vez por ano e conta com a participação de todos os clubes filiados a esta associação a praticar karaté Shukokai em território português.

Três karatecas navalistas competem este sábado no 4º e 5º OPEN DE INFANTIS

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Amanhã, o pavilhão do Caniço recebe o 4º e 5º Open de Infantis, onde Tiago Pestana, André Aguiar e Giani Figueira vão competir em kata infantil, nível C.

Segundo Bruno Menezes, treinador dos jovens karatecas “esta é uma participação num torneio regular que permite a aquisição de experiencia competitiva e melhoramento gradual das competências técnicas e táticas dos atletas”.

A prova terá início pelas 9h30 e é da organização da Associação de Karaté da Região Autónoma da Madeira.