A Malta do Calhau voltou a reunir-se esta sexta-feira para mais um almoço cheio de boa disposição, desta vez com convidados especiais: os Juízes e Oficiais de Regata que, há décadas, garantem que as provas de vela realizadas na RAM decorrem com rigor, segurança e espírito desportivo.
Ao longo da tarde, o encontro tornou-se um verdadeiro momento de partilha intergeracional, no qual não faltaram episódios marcantes da vela madeirense. Entre recordações de regatas desafiantes, situações inesperadas e relatos que ilustram o lado menos visível da missão dos oficiais de regata, o convívio prolongou-se naturalmente, quase sem se dar pelo tempo passar.
Relembraram-se situações tão diversas como quedas a bordo, mastros partidos, longas noites de frio à espera do último concorrente, e até episódios insólitos relacionados com embarcações e viaturas em apuros. Houve igualmente espaço para refletir sobre a importância de melhores condições e apoios para quem assegura o bom funcionamento das competições náuticas na Região, destacando o papel essencial que estes profissionais desempenham na segurança e qualidade das provas.
No final, e como forma de reconhecimento, foi entregue uma homenagem simbólica a cada um dos Juízes e Oficiais de Regata presentes — uma forma simples, mas sentida, de agradecer anos de dedicação à vela.
Foram homenageados:
Francisco Trigo; Rosa Ornelas; Duarte Drumont; António Ornelas; Marco Gamelas; Hugo Rosa; Carlos Santos; José António Gouveia; Pedro Ideia; Sergio Rodrigues; Margarete Fernandes; Cátia Cruz; Jaime Camacho.
A Malta do Calhau voltou a demonstrar que estes encontros são muito mais do que almoços: são momentos de partilha, memória e união entre todos aqueles que fazem parte da história viva junto ao mar.






